O próximo passo é uma conversa sobre o seu restaurante: onde a margem está escorrendo hoje e o que precisa mudar na gestão para a margem da casa subir.
Não é sobre vender mais. É sobre gerenciar certo.
E isso não aparece para você como falta de controle. Aparece no seu dia, desse jeito:
Os seis primeiros fecham os buracos por onde a margem escorre. O sétimo, gestão por indicadores, é o que mantém tudo fechado: DRE, fluxo de caixa e painel com os números da casa na sua mão.
Você sabe o que tem, o que falta e o que está vencendo antes de fazer o pedido. Acabou a compra no improviso.
Cada prato sai igual, com o custo da receita conhecido, e o preço do cardápio para de ser chute.
A quantidade certa de gente no horário certo, com cada um sabendo o seu papel.
O que estraga, o que vai para o lixo e o que some da cozinha vira número. E número dá para cortar.
Você descobre se o ponto se paga ou se a casa está trabalhando para o dono do imóvel.
Processo escrito e liderança formada, para a casa rodar sem você atrás do balcão.
Consultoria tradicional entrega um relatório bonito e vai embora. Aqui você coloca a gestão completa de pé dentro do seu restaurante, com alguém do lado conferindo se está saindo do papel.
Com os números da sua casa na mesa. A gente ajusta em cima deles e você volta para a operação sabendo o que fazer até o próximo encontro.
Travou entre um encontro e outro, com fornecedor na porta ou escala furada no fim de semana? Você não espera o próximo encontro para perguntar.
Com a câmera aberta, porque a conversa é sobre o seu restaurante, não sobre teoria de gestão.
Quanto entrou, quanto saiu e quanto sobrou. Se você não souber de cabeça, tudo bem: isso já mostra onde está o problema.
Se sócio, esposa ou marido cuida do financeiro com você, vale essa pessoa participar da conversa. Assim os dois ouvem a mesma coisa sobre o restaurante.
Se fizer sentido para os dois lados. Se não for o seu momento, você ouve isso na lata e sai sabendo onde a sua operação está perdendo.
É justamente por isso. Você está sem tempo porque tudo passa por você, e o trabalho aqui é tirar você do operacional. A implementação acontece dentro da rotina da casa, não além dela.
Porque consultoria tradicional entrega o relatório e vai embora. Aqui você implementa com acompanhamento: encontros ao vivo comigo em cima dos números da sua casa e WhatsApp no meio do caminho para não travar.
Restaurante não quebra por falta de cliente. Quebra por falta de controle. Se a casa vende bem e não sobra, mais movimento com a mesma operação só aumenta o tamanho do buraco.
Serve. O método é de food service: restaurante, lanchonete, pizzaria, hamburgueria e bar. Compra, estoque, ficha técnica, equipe e aluguel existem em todos eles.
Contador cuida do fiscal e da folha. Ele não entra na sua cozinha para saber quanto custa cada prato, quanto vai para o lixo e se a escala está do tamanho do movimento.
Não é regra. O pilar de equipe é dimensionar pelo movimento: tem casa com gente sobrando na segunda e faltando no sábado. Às vezes o ajuste é escala e função, não demissão, e isso só se enxerga olhando a sua operação.
Se o caixa é dividido com alguém, vale essa pessoa participar da conversa. Assim ninguém precisa repassar depois o que foi dito sobre o restaurante.
O plano é de 90 dias para colocar a gestão completa de pé. O quanto a margem sobe depende de onde a sua casa parte hoje e de você implementar, e é isso que a reunião olha.
Pode. Só faça a conta de quantos meses a margem já está baixa. Cada mês esperando é mais um mês de salão cheio e caixa vazio.
O investimento é apresentado na reunião, depois que a gente entende a sua operação. Não faz sentido falar de valor antes de saber onde o seu restaurante está perdendo.
O próximo passo é uma conversa sobre o seu restaurante, e o contato vem pelos dados que você deixou na ficha. Até lá, separe os números do último mês: quanto entrou, quanto saiu e quanto sobrou. E se o caixa é dividido com sócio ou com a família, vale essa pessoa participar da conversa.